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Dianewrote:
hello hope your day is good hugs and love Diane xxxx
17 hours ago
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Hélio Araújo Silvawrote:
HÉLIO'S BLOG
Divulgação Científica In English http://translate.google.com.au/translate?hl=en&sl=pt& Italiano http://translate.google.it/translate?hl=it&sl=pt&u=http://helioaraujosilva.spaces.live.com/%3F_c11_BlogPart_pagedir%3DLast%26_c11_BlogPart_BlogPart%3Dblogview%26_c%3DBlogPart&ei=a1ESSqnyIMuEsAaa7oWADg&sa=X&oi=translate&resnum=1&ct=result&prev=/search%3Fq%3Dparmedianismo%26hl%3Dit%26sa%3DG Gênero e Sustentabilidade Vivemos hoje um momento histórico especialmente crítico para a explicitação das variáveis sociais, políticas, econômicas, culturais e ambientais, que servirão de base para o futuro da própria humanidade. Momento este especialmente complicado, porque estamos submersos numa crise econômica de proporções planetárias. É neste contexto que tem sentido falar sobre desenvolvimento sustentável. Não apenas para fazer ecoar, pelos quatro cantos do universo, a versão banalizada deste conceito, que fez com que um economista alemão, Elmar Altvater chegasse a comparar com a quadratura do círculo. De tão simplista, de tão repetitivo e de tão incoerente e incongruente, Pelo contrário. Lutar pelo desenvolvimento sustentável implica em desafiar o tradicionalismo e criticar o modelo de desenvolvimento que defende o incremento infinito da produtividade e o uso indiscriminado dos recursos naturais, seja por meio do estímulo irrestrito à competitividade, seja em nome de um crescimento econômico fundado na tresloucada corrida pela produção e pelo consumismo. Não, mil vezes não. Sustentabilidade não implica apenas em acrescentar a variável meio ambiente nas equações de planejamento. Sustentabilidade não é apenas modismo. Sustentabilidade não é apenas um discurso vazio. Sustentabilidade não é apenas uma retórica na boca de dirigentes de plantão. Sustentabilidade requer uma mudança drástica de cultura, de indicadores e de políticas. O que é válido, sobretudo, porque sustentabilidade envolve um pacto de amor pelo próprio homem. E é por isso que tem sentido falar de gênero e sustentabilidade. Porque a mulher é parteira da história e parideira da vida. E porque a Terra, Gaya, Pacha-Mama (ou qualquer outro nome que lhe seja dado) também convalida a noção de mãe enquanto geradora da vida, onipresente, produtiva, protetora e infinita, símbolo da união entre o tempo e o espaço. Daí porque a ligação entre a Terra, recipiente da geodiversidade e receptáculo dos insumos produtivos do setor elétrico, energético e mineral, e a Mulher, enquanto receptáculo da vida, é total e verdadeiramente simbiótica em sua própria gênese histórica, semântica e pragmática. E é nesta direção que também tem sentido falar no fortalecimento de uma política estratégica de gestão de recursos naturais com foco na inclusão social e na transversalidade de gênero. Porque, apesar dos grandes avanços alcançados nas últimas décadas, torna-se ainda necessário falar da importância em se articular ações, projetos e atividades, voltados para o aprofundamento da relação orgânica entre recursos naturais e políticas públicas universais de gênero. Porque precisamos fortalecer, radical e irreversivelmente, o próprio processo de institucionalização de políticas públicas de gênero para dar o salto de qualidade que precisamos para alavancar um futuro mais bonito para as próximas gerações. Ou seja, precisamos conseguir que Estado, governo, classe política, setor produtivo, sistema jurídico e a própria sociedade em geral consigam articular um novo pacto em nome da vida. Porque construir um pacto pela sustentabilidade implica em exigir mudanças políticas, econômicas, sociais, jurídicas, institucionais, religiosas, culturais e éticas. Implica em perceber que problemas sociais e ambientais são dialéticos, causa e efeito deles mesmos, porque a pobreza degrada o meio ambiente e o meio ambiente degradado joga os seres humanos no labirinto da miséria e da indigência. E que a miséria e as injustiças sociais alimentadas pelos mesmos modelos convencionais de desenvolvimento constituem uma séria ameaça para a democracia e para a liberdade. É, portanto, nesta tarefa quixotesca, porém inadiável, que a própria história da Mãe Terra é epigonal. O arquétipo da Mãe Terra nos ensina, com muita doçura, que proteger a vida e melhorar a sua qualidade, seja na sociedade em geral, como, sobretudo, junto as classes marginalizadas, é tarefa de políticas públicas. E que consolidar este processo implica em fortalecer, radical e irreversivelmente, o próprio processo de institucionalização de políticas públicas de gênero. Tornar a transversalidade de gênero numa política perene e duradoura é, portanto, o resultado natural desta relação. Para torná-la irreversível e para que ela possa ter a capilaridade nacional necessária para que consiga permear toda a sociedade. E, sobretudo, porque precisamos acreditar, como o nosso velho amigo Marx dizia, que “afirmar que os homens são produtos de circunstâncias, é se esquecer de que são os homens quem mudam as circunstâncias”... E que para conseguirmos transcender a visão egocêntrica e dicotômica de mundo, talvez tivéssemos de buscar inspiração em Heráclito milhares de anos antes, segundo o qual precisamos nos perceber como o Outro do Outro enquanto seu Outro. Somente assim conseguiremos transpor os umbrais de um modelo de reprodução da sociedade que nos coloca em conflito “um contra o outro, uns contra os outros e todos contra os demais”... Verônica Lima – Bsb, 29/06/2009.
1 day ago
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juttawrote:
Hallo Jutta,
wünsche dir einen guten Wochenteiler, komme heute einfach net in dein Space, keine Ahnung warum-looool, Liebe Grüsse JUTTA
3 days ago
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Dianawrote:
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3 days ago
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henryk trojanowskiwrote:
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4 days ago
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